MARÉ  LGBTQIA+

Com luta e mobilização, Maré é o primeiro conjunto de favelas do Rio a receber o Centro de Promoção da Cidadania LGBTIQIA+.

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No local terá atendimentos gratuitos com advogados, psicólogos e assistentes sociais e serão oferecidos testagem  de HIV/AIDS e curso de informática.

A iniciativa é fruto de uma parceria da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos do Rio de Janeiro e do Grupo Conexão G, por meio do Programa Estadual Rio Sem LGBTfobia.

"O que ocorre hoje é uma conquista de um olhar para os mais vulneráveis. Um grupo que precisa ser visto e reconhecido e o Estado vem apoiar."

Gilmara Cunha, ativista LGBTQIA+ e fundadora do Grupo Conexão G.

VIOLÊNCIA ATINGE COMUNIDADE LGBTIQIA+

Os centros nascem para enfrentarem a situação de LGBTfobia que as pessoas sofrem todos os dias.

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Segundo pesquisa da organização de mídia Gênero e Número, de 2018 para cá, 51% das pessoas LGBTQIA+ relataram ter sofrido alguma violência motivada pela sua orientação sexual ou identidade de gênero.

"O importante é um atendimento no qual nos coloquemos no lugar do outro. Temos que levar justiça para que a voz de todas e todos sejam ouvidos."

Matheus Quintal, secretário de estado de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos.

Para denunciar as agressões sofridas, o centro localizado na Nova Holanda fará um dossiê contra a violência sofrida pela população LGBTQIA+.

Além da Maré, há 15 centros em funcionamento no estado do Rio. Só este ano foram inauguradas unidades em Campos dos Goytacazes e Miracema.

O Centro de Cidadania Gilmara Cunha funciona de segunda a sexta, das 9h às 18h, na Rua Marcelo Machado, 51, na Nova Holanda, uma das favelas da Maré.

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