Rio em estado de crise

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Morro do Timbau | Foto: Douglas Lopes

Maré teve pontos de alagamentos; população deve seguir recomendações de segurança

Por Camille Ramos

A chuva que começou na noite de ontem, 8, no Rio de Janeiro, já dura há quase 24 horas e, de acordo com o twitter do Centro de Operações Rio (@OperacoesRio), fez com que a cidade entrasse em estágio de crise às 20h55 desta segunda-feira. Até o momento foram registradas 10 mortes em função de deslizes e enxurradas, segundo matéria do G1. Inúmeros pontos de alagamento aconteceram pela cidade, incluindo nas comunidades da Vila do Pinheiro, próximo ao CIEP Ministro Gustavo Capanema, na Via A-1; na Baixa do Sapateiro, área da Praça 18; e em parte do Parque União. Trechos da Avenida Brasil e ruas em Bonsucesso também alagaram. A cidade permanece em estágio de crise, podendo chover forte durante a madrugada. A previsão é de que a quarta-feira continue chuvosa, com pancadas a qualquer hora do dia, mas não deve chover na quinta (11).

Rua Principal, em frente a Região Administrativa | Foto: Douglas Lopes

Recomendações

A Prefeitura recomenda que a população tome as seguintes ações preventivas:

– Os habitantes das áreas de risco devem se deslocar imediatamente para locais seguros.

– Os moradores de áreas de encostas devem ficar atentos para indícios de ameaças de deslizamentos e estarem preparados para se deslocarem para locais seguros.

– As pessoas que estiverem em locais seguros devem permanecer nestes locais até o cancelamento do alerta.

– As vias urbanas que atravessam os maciços montanhosos da cidade e as áreas inundáveis devem ser evitadas.

– Deve se evitar transitar em áreas alagadas e próximas a córregos, canais e rios sujeitos a transbordamentos.

– Em casos de ventos fortes e/ou chuvas com descargas elétricas, deve-se evitar ficar próximo a árvores, redes de distribuição de energia elétrica ou em áreas descampadas.

Se necessário, use os telefones de emergência 193 (Corpo de Bombeiros), 199 (Defesa Civil) ou 1746 (Central de Atendimento da Prefeitura).

Tânia Rêgo/Agência Brasil


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