Maré de Notícias #46

 

 

 

 

 

 

 

 

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[toggle title=”Tem ‘lôro’ debutante no Timbau!”]

Dudu é um papagaio bastante conhecido e querido no Morro do Timbau. Sua dona Elisama Lurdes da Silva, mais conhecida como Lili, ganhou o bichinho de presente quando ele tinha apenas três meses de vida e resolveu colocar seu nome de Dudu em homenagem a um vizinho muito querido. “Ele é calmo, educado e só dorme no escuro”, conta dona Lili.

A casa do papagaio, quer dizer, da D. Lili, foi toda adaptada para que o bichinho de estimação se sinta bem à vontade. As paredes foram pintadas com as cores do Dudu, há árvores confeccionadas especialmente para criar um ar de floresta e ainda casinha e balanço. Os dois não desgrudam um do outro, vão juntos a todos os lugares. Se D. Lili se distanciar por um fim de semana, o bicho fica sem comer. Algumas pessoas não entendem. “Já fui chamada de maluca algumas vezes por amar meu papagaio como um filho. Quando ele morrer não sei o que será de mim”, relata D. Lili.

Dudu faz 15 anos no dia 28 de outubro, porém a comemoração será no Dudu faz 15 anos no dia 28 de outubro, porém a comemoração será no dia 9 de novembro, às 13h, na casa da D. Lili, e esta não será sua primeira festa. Desde 2000, a data vem sendo comemorada, tanto que já virou tradição e é sempre aguardada pelos amigos e vizinhos.

“Quem vai patrocinar a festa desta vez é a comunidade”, diz D. Lili. Está sendo passada uma lista para quem quiser participar da comemoração, ajudando com o que puder para a organização do evento. Só será permitida a entrada das pessoas que colaborarem.

Em setembro, a preparação da festa já estava a todo vapor, com lembrancinhas sendo confeccionadas para os convidados. O grande dia contará ainda com bolo, saquinho de bala, salgadinho e refrigerante. Moradores se mobilizam para deixar mais feliz o dia em que Dudu completa 15 anos.

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[toggle title=”Boxeador da Maré rumo ao mundial”]

O boxeador Roberto Custódio tornou-se campeão Continental de Boxe na categoria até 69 kg e se prepara para participar do

Mundial, a partir de 11 de outubro, no Cazaquistão.

Curiosidade e defesa pessoal, esses foram os motivos que levaram o morador da Maré a praticar boxe no Luta Pela Paz, em 2001. “Minha mãe ficou muito preocupada e chegou a pedir para eu parar com essa ideia de lutar boxe. Minha família incentiva, mas minha mãe ainda tem medo de que eu me machuque”, brinca Roberto Custódio que, em setembro, sagrou-se campeão Continental na categoria até 69kg.

Engana-se quem pensa que vida de atleta é fácil. Roberto confessa que teve dúvida em continuar no esporte, principalmente quando foi convocado para a seleção brasileira de boxe, que treina em São Paulo. “Na época minha esposa estava grávida e não queria deixá-la sozinha. Mas ela me incentivou e foi muito forte em passar esses meses praticamente sozinha em um momento final de gestação. Nossa filha nasceu bem e eu estava em uma competição no momento do nascimento dela, por isso não pude estar presente”, lamenta.

Como identificar um atleta

Segundo Roberto, a dedicação a um esporte faz muita diferença, mas nem todos que treinam chegarão a ser um atleta de alto rendimento. Ele mesmo não pensava em ser atleta de seleção. “Com o passar do tempo, isso foi virando uma meta. Agora é só uma questão de tempo e logo teremos mais jovens da Maré aqui em São Paulo treinando na seleção”, acredita ele.

Para Luke Dowdney, fundador do Luta pela Paz, situado na Nova Holanda, existe um processo de identificação para saber se
um adolescente tem potencial para ser um atleta, mas é importante dizer que o dom do boxe não dá para ensinar. “O
treinador percebe alguns elementos, como coordenação motora avançada, inteligência no ringue, habilidade de ler o adversário e a vontade de lutar. Uma combinação de talento, empenho e gosto para o que faz”, explica. No caso de Roberto, o treinador Gibi foi quem o acompanhou de perto até a convocação do rapaz para a seleção.

Sobre a vitória de Roberto, Luke diz que ele é um atleta de projeção mundial com grandes chances de ir para os jogos olímpicos de 2016. O Luta, que fica na Nova Holanda, é um projeto que nasceu com o objetivo de acolher jovens que muitas vezes são vistos como problema, mas que hoje é procurado pelos moradores em geral.

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[toggle title=”Parada gay da Vila do João atrai 8 mil”]

Cerca de 8 mil pessoas participaram da 5ª Parada Gay – Maré sem preconceito, realizada no domingo, 6 de outubro, na Vila do João e na Vila do Pinheiro. “Queremos mostrar à sociedade que a comunidade LGBT vive feliz. A Vila do João é pacífica e podemos ir e vir sem nenhum tipo de preconceito”, conta Alberto Araújo Duarte, o Beto, organizador do evento, que contou com a presença de David Brasil, Susy Brasil e transformistas do Rio.

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[toggle title=”Cheesecake com calda de goiabada”]

Receita enviada pela Rosana Alves, aluna formada pelo Maré de Sabores.

Ingredientes:

– 1 pacote de biscoito maisena (125g)
– Manteiga amolecida (75g/ 4 colheres)
– Cream cheese (300g)
-Açúcar de confeiteiro (60g)
– Essência de baunilha (5 ml/ 1 colher
de chá)
– Suco de limão (5 ml/ 1 colher de chá)
– 3 ovos
– Goiabada (500g)

Modo de preparar:

1- Bata os biscoitos em um liquidificador até que vire farelo;

2- Junte a manteiga ao farelo e amasse até que fique uma massa compacta;

3- Pressione essa mistura em uma forma de fundo removível de 20 cm de diâmetro;

4- Pressione bem os lados para que eles fiquem mais altos que o fundo;

5- Bata junto o cream cheese, a essência de baunilha, o suco de limão, o açúcar e os ovos, até que fique uma mistura cremosa;

6- Bata o creme de leite e junte a mistura ao cream cheese;

7- Espalhe sobre a massa do biscoito e alise com uma espátula.

Asse em forno pré aquecido (180°c) por 40 minutos ou até a superfície dourar.

Calda de goiabada:

Em uma panela aqueça a goiabada, o suco de limão e 1 xícara de chá de água.
Cozinhe em fogo baixo. Quando estiver morna despeje a cobertura sobre a torta.

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