Eduardo Paes assina termo de compromisso para adquirir CoronaVac no Rio de Janeiro

João Doria e Eduardo Paes durante acordo firmado no final de dezembro

Prefeito eleito publicou foto ao lado de governador de São Paulo João Doria

Por Edu Carvalho, em 21/12/2020 às 13h30
Editado por Andressa Cabral Botelho

O prefeito eleito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, anunciou no último domingo, dia 20, a assinatura de um termo de cooperação com o governador de São Paulo, João Doria, e o Instituto Butantan pela produção da CoronaVac, vacina imunizante contra a covid-19. Em sua conta no twitter, Paes explicou à população quais serão os próximos passos e o que pretende fazer em relação à imunização na cidade do Rio.

“Entendemos que o ideal é que tenhamos um plano nacional de imunização – aquilo que pretendemos seguir -, mas estamos preparando nossa rede de saúde para que ela possa atender os cariocas com a maior brevidade possível e sem riscos”, escreveu Paes em sua conta oficial no Twitter, e prosseguiu: “Da mesma forma, já estamos em contato com diferentes laboratórios com o objetivo de superar esse difícil momento de nossas vidas”.  O próximo prefeito da capital fluminense ainda escreveu que, em 28 de dezembro, apresentará o plano de enfrentamento ao novo coronavírus de forma detalhada. 

Após o encontro do final de semana, nesta segunda-feira (21) Paes encontrou-se com Daniel Soranz, futuro secretário de saúde da cidade, e Nísia Trindade, presidente da Fiocruz, onde fortaleceram a parceria já existente entre a instituição e a prefeitura e firmaram compromisso com o Plano Nacional de Imunização, do Ministério da Saúde. 

Doria publicou um vídeo ao lado de Paes também em sua conta no Twitter. O governador paulista fez uma curta declaração, afirmando apenas: “Estamos juntos pela vida, pela vacina. A vacina do Butantan é a vacina do Brasil”. O governador de São Paulo informou que o Instituto Butantan já havia recebido solicitações de compra da CoronaVac de 276 cidades e 11 Estados. Também há negociações em curso para fornecer a vacina a outros países da América Latina, como Peru, Uruguai, Honduras e Paraguai.

Para ser oferecida à população, no entanto, a CoronaVac, que está na 3ª e última fase de testes, ainda precisa de autorização da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Os pedidos de uso emergencial e registro definitivo, bem como a conclusão do estudo dos testes, serão feitos ainda esta semana, no dia 23 de dezembro.

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