Com aumento da quantidade de pessoas nas ruas, até mesmo uma parcela dos profissionais que entregam comida em serviços de aplicativos não tem o que comer
Encarte disponibilizado durante agosto em locais estratégicos das 16 favelas da Maré, como unidades de saúde e no Espaço Normal, reúne orientações básicas com cuidados para construção de bem-estar
Uma entrevista com a paraibana Eliana Sousa Silva, que cresceu na Nova Holanda, uma das 16 favelas da Maré, onde morou por 30 anos e desde muito cedo começou a atuar como ativista e acadêmica.
Educadora na Casa das Mulheres, finalizando sua formação em Teoria da Dança pela EEFD/UFRJ e principal gestora do projeto “Ballroom in Maré”, Lua vive, desde muito nova, em processo de transformação